Início das aulas 14/08/2026
Sextas-feiras : 19h00 até 23h00
Sábados : 08h00 até 12h00
Carga Horária : 444 horas
Duração : 24 meses
Corpo Docente
Coordenado pelo Prof. Dr. Carlos Frederico Meschini Almeida, o curso reúne, em seu corpo docente, professores da Escola Politécnica e especialistas convidados, entre eles:
• Carlos Eduardo Sanchez
• Carlos Frederico Meschini Almeida
• Cláudio Fernando das Neves
• Claudio Garcia
• Daniel Carrasqueira de Moraes
• Eduardo Neder Issa Júnior
• Fernando Josepetti Fonseca
• Luiz Antonio Verardo
• Marcos Yukio Yamaguchi
• Matheus Tanaka Horn
• Ricardo Kulessa Galvão
• Sergio Pinto Zacarias
• Weltron de Oliveira
Disciplinas
1 SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO EM PROCESSOS INDUSTRIAIS
1.1 Tipos de Processos Industriais
1.2 Sistemas de Automação para Controle dos Processos
1.3 Implantação de Sistemas de Automação Através de Projetos
1.4 Documentação de Sistemas de Automação
2 ANÁLISE E SÍNTESE EM PROJETOS DE AUTOMAÇÃO E CONTROLE
2.1 Metodologia para Análise e Síntese dos Sistemas de Controle e Automação
2.2 Índice de Desempenho dos Processos de Controle e Automação
2.3 Análise por Simulação Digital
3 PROCESSOS DE AUTOMAÇÃO E CONTROLE INDUSTRIAIS
3.1 Integração de Sistemas de Automação
3.2 Classificação dos Sistemas Automatizados Chão-de-Fábrica
3.3 Sistemas Táticos de Automação
3.4 Automação 4.0
1 INTRODUÇÃO À INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL
1.1 Áreas em que se Aplicam Técnicas de Automação e Controle
1.2 Principais Funções na Malha de Controle por Realimentação
1.3 Variáveis de Processos Industriais: Pressão, Temperatura, Nível e Vazão
1.4 Transmissão de Sinais em Sistemas Industriais
1.5 Monitoração e Controle de Variáveis
1.6 Elementos Finais de Controle: Atuadores / Acionamentos
2 SENSORES E TRANSDUTORES
2.1 Tipos de Sensores: Contato e Proximidade
2.2 Sensores de Proximidade: Indutivo, Capacitivos, Óticos e Sonares
2.3 Escolha para Aplicação de Sensores Discretos
2.4 Tipos de Transdutores: Variáveis Elétricas, Eletromecânicas e de Processos
3 MEDIÇÃO DE PRESSÃO
3.1 Conceituação
3.2 Características dos Instrumentos para Medição de Pressão
4 MEDIÇÃO DE NÍVEL
4.1 Conceituação
4.2 Características dos Instrumentos para Medição de Nível: Direta e Indireta
4.3 Tipos de Medidores: Diferencial, Capacitivo e Ultrassom
5 MEDIÇÃO DE VAZÃO
5.1 Conceituação
5.2 Características dos Instrumentos para Medição de Vazão
5.3 Tipos de Medidores: Deslocamento Positivo, por Eletromagnetismo e por Ultrassom
6 MEDIÇÃO DE TEMPERATURA
6.1 Conceituação
6.2 Características dos Instrumentos para Medição de Temperatura
6.3 Medições de Temperatura
6.4 Tipos de Medidores: Termopar, RTD e Ótico
6.5 Processos Termográficos
7 VÁLVULAS INDUSTRIAIS
7.1 Classificação: por Função, por Tipo de Construção e por Aplicação
7.2 Classificação por Função: Bloqueio, Controle, Retenção e Segurança
7.3 Classificação por Tipo de Construção: Esfera, Gaveta, Borboleta, Globo e de Retenção
7.4 Classificação por Aplicação: para Fluidos, para Gases e para Alta Pressão e Temperatura
8 DOCUMENTAÇÃO DE PROJETO DE INSTRUMENTAÇÃO
8.1 Leitura e Interpretação de Fluxogramas e Diagramas de Processo
8.2 Fluxogramas de Processos (PFD - Process Flow Diagram)
8.3 P&ID / Fluxograma de Engenharia
8.4 Pacote de Informações para Projeto de Automação e Controle
8.5 Descrição Funcional do Sistema
8.6 Relação de Entrada e Saída (E/S)
8.7 Simbologia, Identificação, Terminologia e Padrão ANSI/ISA-S5.2
8.8 Diagramas Lógicos: Definição, Simbologia e Interpretação
1 SISTEMAS AUTOMATIZADOS DE MONITORAÇÃO E CONTROLE
1.1 Tipos de Processos a serem controlados pelos Sistemas Automatizados
1.2 Tipos de Sistemas Automatizados Baseados em CP
1.3 Análise dos Componentes Principais de um Sistema Automatizado
1.4 Projetos de Desenvolvimento de Sistemas Automatizados de Monitoração e Controle
2 ARQUITETURA DE HARDWARE DOS CONTROLADORES PROGRAMÁVEIS
2.1 Funcionalidades de Controladores Programáveis Avançados
2.2 Comparativo de Tecnologias de Controladores Programáveis: CLP, CAP e Edge Controller
2.3 Arquitetura e Especificação de Hardware de Sistemas de Automação com Controladores Programáveis
2.4 Módulos de Entrada e Saída (E/S) e de Interface / Comunicação
3 LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO DE CONTROLADORES PROGRAMÁVEIS
3.1 Análise das Especificações de Software de um Sistema Automatizado
3.2 Programação em Diagrama de Contatos (Ladder Diagram - LD)
3.3 Programação em Texto Estruturado (Structured Text - ST)
3.4 Programação em Diagrama de Blocos Funcionais (Function Block Diagram - FBD)
3.5 Programação em Sequenciamento Gráfico de Funções (Sequencial Function Chart - SFC)
3.6 Utilização das Linguagens num Programa Aplicativo de Processo
4 ESTRUTURAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E DOCUMENTAÇÃO DE PROGRAMAS APLICATIVOS DE CP
4.1 Entendimento dos Requisitos de Processo
4.2 Esclarecimentos Técnicos
4.3 Estruturação e Programação das Lógicas
4.4 Verificação e Validação do Programa Aplicativo
4.5 Análise e Elaboração de Documentação
4.6 Backup, Armazenamento e Versionamento de Programas Aplicativos
4.7 Treinamentos de Produto, de Operação e de Manutenção
1 CONCEITOS PRINCIPAIS
1.1 SCADA
1.2 Arquitetura
1.3 Comunicação
1.4 Atividade dos Operadores
2 ESTRUTURA DE SISTEMAS SUPERVISÓRIOS
2.1 Objetivos
2.2 Desenvolvimento de Telas e Objetos
2.3 Receitas
2.4 Relatórios
2.5 Linguagens de Programação Embutidas
2.6 Banco de Dados
2.7 Gerenciamento de Alarmes
2.8 Gráfico de Tendências
2.9 Segurança do Sistema
3 PLANEJAMENTO DO SISTEMA SUPERVISÓRIO
3.1 Entendimento das Necessidades do Processo
3.2 Definição/Especificação da Arquitetura
3.3 Máquinas Físicas, Virtualização e On-premise / Nuvem
3.4 Planejamento do Desenvolvimento do Aplicativo
3.5 Verificação e Validação do Sistema
4 IHM DE ALTA PERFORMANCE
4.1 Conceito
4.2 Estado da Arte
4.3 Gerenciamento de Alarmes
4.4 Conceitos relevantes para IHM de Alto Desempenho
4.5 Criação de uma IHM de Alto Desempenho
4.6 Melhores Práticas
4.7 Avaliação de Desempenho
5 REALIDADE AUMENTADA
5.1 Conceito
5.2 Aplicação da Realidade Aumentada na Indústria
1 CONCEITUAÇÃO GERAL DAS REDES DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
1.1 Normas de Redes Industriais
1.2 Modelagem Hierárquica da Redes
1.3 Modelo Padrão (OSI)
1.4 Seleção da Melhor Rede de Automação
1.5 Variáveis para Especificação de uma Rede de Automação
2 ESPECIFICAÇÃO DE REDES DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
2.1 Arranjo Físico
2.2 Funcionamento (Software)
2.3 Características Gerais
2.4 Classificação Geral das Redes de Automação
2.5 Protocolos de Redes de Automação Industrial
3 INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO
3.1 Redes Seriais e Redes Ethernet
3.2 Arquiteturas Típicas
3.3 Testes de Validação de Redes de Automação
4 PROTOCOLOS DE REDES DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
4.1 Protocolo Modbus
4.2 Protocolo Profibus
4.3 Protocolo Ethernet
4.4 Protocolos Wireless
5 INTERNET DAS COISAS INDUSTRIAL (IIoT)
5.1 Arquitetura do Sistema IIoT
5.2 Implementação
6 CIBERSEGURANÇA EM SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO
6.1 Normas e Guias de Referência
6.2 Gestão de Riscos
6.3 Ativos em Redes de Automação
6.4 Verificação de Ameaças na Segurança em Redes de Automação
6.5 Requisitos para Implementação de Cibersegurança em Redes de Automação
6.6 Integração de Redes TI e TO
1 MODELAGEM DE SISTEMAS DINÂMICOS
1.1 Introdução
1.2 Funções de Transferência
1.3 Sistemas de 1ª Ordem e 2ª Ordem
1.4 A Especificação de Respostas Temporais
1.5 Não Linearidades em Sistemas de Controle
1.6 Simulação de Sistemas: Simulink
2 SISTEMAS DINÂMICOS A EVENTOS DISCRETOS
2.1 Redes de Petri: Relações entre Redes de Petri e Diagramas Ladder / SFC
2.2 Análise de Desempenho: Verificação de Intertravamentos e Conflitos em Automação Discreta
2.3 Regimes de Operação: Normal, Anormal e Emergencial
2.4 Análise por Simulação Digital
3 MODELAGEM DE PROCESSOS INDUSTRIAIS
3.1 Simulação por Blocos de Processo
3.2 Métodos de Modelagem: Fuzzy e Redes Neurais
3.3 Aplicação da Inteligência Artificial
3.4 Simulação de Processos
1 ESTIMAÇÃO DE MODELOS
1.1 Introdução
1.2 Estimação de Modelos a Partir da Curva de Reação do Processo
1.3 Modelo Aproximado de um Sistema de 1ª Ordem (FOPDT)
1.4 Modelo Aproximado de um Sistema de 2ª Ordem (SOPDT)
2 MODOS DE CONTROLE P, I E D
2.1 Introdução
2.2 Controle Proporcional
2.3 Controle Integral
2.4 Reset Windup
2.5 Controle Derivativo
2.6 Respostas Típicas
3 SINTONIA DE CONTROLADORES
3.1 Introdução
3.2 Sintonia por Tentativa e Erro
3.3 Sintonia pelo Método da Oscilação Mantida
3.4 Sintonia por Autotuning
3.5 Sintonia pelo Método da Curva de Reação do Sistema
3.6 Sintonia Baseada em Minimização da Integral do Erro
3.7 Sintonia pelo método do IMC
3.8 Sintonia pelo Método de Ótimo em Amplitude e Ótimo Simétrico
4 TÓPICOS ADICIONAIS EM SISTEMAS DE CONTROLE
4.1 Controle e Sintonia por Pré-Alimentação Baseado em Modelos Estacionário e Dinâmico
4.2 Controle e Sintonia do Controle em Cascata
4.3 Controle de Razão
4.4 Não Linearidades em Sistemas de Controle
4.5 Controle com Tempo Morto
5 SINTONIA DE CONTROLADORES PID DIGITAIS
5.1 Algoritmos PID Implementados em Controladores Digitais
5.2 Aplicação de controlador PID digital
1 SISTEMAS DE EXECUÇÃO DA PRODUÇÃO (MES)
1.1 Sistemas Corporativos e de Chão de Fábrica
1.2 Convergência TI x TO
1.3 Definição de Sistemas MES
1.4 As Funções do Sistema MES
1.5 Integração dos Sistemas MES
1.6 O Sistema MES na Melhoria da Eficiência de uma Planta
1.7 Os Benefícios do Sistema MES
2 ESTRUTURAÇÃO DOS SISTEMAS TÁTICOS DE AUTOMAÇÃO
3.1 Modelo Hierárquico
3.2 Hierarquia de Dados
3.3 Ciclos de Processamento
3.4 Integrações
3.5 Mapeamento das Funcionalidades de Automação Nos Sites
3 INTEGRAÇÃO E FUNCIONALIDADES DOS SISTEMAS TÁTICOS DE AUTOMAÇÃO
3.1 Monitoração e Controle Direto dos Processos
3.2 Supervisão e Controle dos Processos
3.3 Armazenamento de Dados Históricos
3.4 Otimização de Controle Do Processo
3.5 Cálculo e Análise de Indicadores de Desempenho (KPIs) Operacionais
3.6 Monitoração e Gestão de Ativos do Site
3.7 Gestão da Produção
3.8 Gestão de Materiais
3.9 Gestão De Análises Laboratoriais de Qualidade (LIMS)
3.10 Integração dos Sistemas de Automação
3.11 Integrações entre Sistemas de Automação e Sistemas Corporativos
4 GOVERNANÇA EM SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO
4.1 Alinhamento Estratégico e Governança
4.2 Procedimentos de Boas Práticas
4.3 Governança de Sistemas de Automação (TO)
1 O QUE É UM PROJETO?
1.1 O que é gerenciamento de projetos?
1.2 Métodos de gestão de projetos de automação: PMBOK e Ágil
2 CICLO DE VIDA E ORGANIZAÇÃO DO PROJETO
2.1 O ciclo de vida do projeto
2.2 Partes interessadas no projeto (stakeholders)
2.3 Proposta executiva
2.4 Plano de gerenciamento do cronograma
2.5 Elaboração do cronograma
3 GERENCIAMENTO DE INTEGRAÇÃO DO PROJETO
3.1 Desenvolver o termo de abertura do projeto
3.2 desenvolver a declaração do escopo preliminar do projeto
3.3 Desenvolver o plano de gerenciamento do projeto
3.4 Orientar e gerenciar a execução do projeto
3.5 Monitorar e controlar o trabalho do projeto
3.6 Controle integrado de mudanças
3.7 Encerrar o projeto
4 GERENCIAMENTO DE TEMPO DO PROJETO
4.1 Definição da atividade
4.2 Sequenciamento de atividades
5. GERENCIAMENTO DE CUSTOS NO SISTEMA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL (SAI)
5.1 Aspectos gerais do gerenciamento de custos
5.2 Plano de gerenciamento de recursos
5.3 Classificação das estimativas de custos
6. GERENCIAMENTO DA QUALIDADE E RECURSOS HUMANOS
6.1 Plano de gerenciamento da qualidade
6.2 Gerenciamento da qualidade total (TQM)
6.3 Melhoria contínua (ou kaizen)
6.4 Análise de conformidade e não- conformidade
6.5 Conceitos principais em RH
6.6 Atribuição de papéis e responsabilidade
7. TEORIA DA MOTIVAÇÃO EM PROJETOS
7.1 Hierarquia de necessidades (pirâmide de Maslow)
7.2 Teoria de Herzberg
8. GERENCIAMENTO DA COMUNICAÇÃO
8.1 Modelo de comunicação
8.2 Barreiras de comunicação
8.3 Tipos de comunicação
1 CONCEITOS DE MARKETING PARA AUTOMAÇÃO
1.1 Visão Geral
1.2 Administração de Marketing e de Demanda
1.3 Processo de Administração de Marketing
2 ESTRATÉGIAS E PLANO DE MARKETING PARA AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
2.1 Planejamento Estratégico de Marketing Industrial
2.2 Segmentação, Seleção de Segmentos-Alvo e Posicionamento: Fabricantes, Distribuidores, OEMs e Integradores
2.3 Definição da Missão e Objetivos Corporativos
2.4 Avaliação das Oportunidades de Mercado: Fabricantes, Distribuidores, OEMs e Integradores
2.5 Estabelecimento dos Objetivos de Marketing
2.6 Micro e Macroambiente da Empresa
2.7 Respondendo ao Ambiente do Marketing
2.8 Análise do Processo de Compra Organizacional
3 GERÊNCIA DA FORÇA DE VENDAS
3.1 A Função Vendas
3.2 O novo manual das boas vendas
3.3 Gerência de Vendas - Experiência de vendas realista
3.4 Administração de vendas
3.5 Fim da guerra entre marketing e vendas
4 GERÊNCIA DE CANAIS
4.1 A Natureza dos Canais: Fabricantes, Distribuidores, OEMs e Integradores
4.2 O Canal de Marketing Industrial
4.3 Distribuição Física e Gerenciamento da Logística
5 COLETA DE INFOMAÇÕES E INTELIGÊNCIA DE MERCADO
5.1 O Sistema de Informação de Marketing
5.2 O Processo de Pesquisa de Marketing
6 SATISFAÇÃO, VALOR E FIDELIDADE DO CLIENTE
6.1 Construção de valor, satisfação e fidelidade do cliente
6.2 Maximizando o valor do cliente ao longo do tempo
6.3 Cultivando relacionamentos com o cliente
6.4 Banco de dados de clientes e database marketing
6.5 Desvantagens do database marketing e do CRM
7 CUSTOMER CENTRIC SELLING
8 MÉTRICAS DE MARKETING
8.1 O que é uma métrica?
8.2 Participação de Mercado
8.3 Penetração
8.4 Consciência, Atitudes e Uso (CAU): Métricas da HierarquiaErro! Indicador não definido.
8.5 Satisfação do Cliente e Disposição para Recomendar
8.6 Crescimento: Porcentagem e TCAC
8.7 Taxas de Canibalização e Perda de Share
8.8 Mapeamento da Equipe de Vendas: Análise de Funil
8.9 Distribuição Numérica, de VTP e de VCP, exposições de Embalagens e Espaço na Prateleira
8.10 Elasticidade de Preço da Demanda
8.11 Vendas Básicas, Vendas Incrementais e Impulso Promocional
8.12 Cascata de preços
8.13 Propaganda: Exposições, Oportunidade de Ver (ODV), Exposições por Impacto (GRPs) e Pontos de Classificação Alvo (PCA)
8.14 Exposições, Visitas às Páginas e Impactos
8.15 Custos por Exposição, Custo por Clique e Custo por Pedido
8.16 Visitas, Visitantes e Abandono
9 ESTRATÉGIA DO COMPOSTO DE MARKETING DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
9.1 Estratégia de Produtos e Serviços
10 DETERMINAÇÃO DE PREÇOS
10.1 Estabelecimento de Preços - Fatores a Considerar
10.2 Abordagens Gerais da Determinação de Preço
10.3 Estratégias de Determinação de Preços de Novos Produtos
10.4 Estratégias de Determinação de Preços de Mix de Produtos
10.5 Estratégias de Ajuste de Preços
11 COMO LIDAR COM A CONCORRÊNCIA
11.1 Estratégias Competitivas de Marketing
11.2 Equilíbrio entre a orientação para o cliente e a orientação para o concorrente
12 15 ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO
12.1 Uma Visão do Processo de Comunicação
12.2 O Mix de Comunicações de Marketing
1. O VALOR DO DINHEIRO NO TEMPO: MATEMÁTICA FINANCEIRA NA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS DE CAPITAL
1.1 Regime de Capitais.
1.2 Equivalência. De taxas
1.3 Cálculo financeiro
1.4 Custo Capitalizado
1.5 Capitação Contínua
1.6 Planos de Amortização
2. MÉTODOS E CRITÉRIOS DE DECISÃO NA ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTO
2.1 Valor Presente, TIR, Payback
2.2 Modelo Custo-benefício
2.3 Anuidade uniforme
2.4 Alternativas mutuamente excludentes
3. RENDA ECONÔMICA E FLUXO DE CAIXA NA ANÁLISE E AVALIAÇÃO DAS DECISÕES ECONÔMICAS E FINANCEIRAS
3.1 Fluxo de caixa Incremental
3.2 Como montar o fluxo de caixa
3.3 O efeito inflacionário no fluxo de caixa
3.4 Fluxo de caixa livre e avaliação econômica do empreendimento
3.5 Fluxo de caixa dos acionistas
4. PROJETOS DE SUBSTITUIÇÃO E RENOVAÇÃO DE ATIVOS
4.1 Projetos imediatos
4.2 Projetos que podem ser adiados
5. ALAVANCAGEM OPERACIONAL E FINANCEIRA
5.1 Ponto de equilíbrio econômico, contábil e financeiro
5.2 Alavancagem e os seus riscos
5.3 Receita mínima de equilíbrio econômico
6. CUSTO DE OPORTUNIDADE
6.1 Custo médio ponderado de capital
6.2 Custo da dívida
6.3 Custo de capital dos sócios
6.4 Qual o valor do projeto de automação
7. INTRODUÇÃO DE CONTABILIDADE DE CUSTOS
7.1 Custeio variável e por absorção
8. RISCO E RETORNO
8.1 Definição de Risco
8.2 Definição de Retorno
8.3 Análise de Investimentos sob Risco
1. ESTRATÉGIA
2.1 Planejamento Estratégico Organizacional
2.2 Missão, Visão e Valores
2.3 Níveis de Planejamento
2.4 Objetivos Estratégicos
2.5 BCP - Business Contingence Plan / DR - Disaster Recovery / CT - Crisis Team
2.6 Business Case Estratégico
2.7 Sistema Japonês de Produção
3. METODOLOGIAS
3.1 Melhoria Contínua
3.2 Processo de Decisão
3.3 Busca de Benefícios na Cadeia Produtiva
3.4 Ciclo PDCA e suas Variantes
3.5 Kaizen
3.6 Mapeamento do Fluxo de Valor (MFV)
3.7 Diagrama SIPOC
3.8 Quality Function Deployment (QFD)
3.9 Matriz de Causa e Efeito
3.10 Análise de Modos de Falhas e Efeitos (FMEA)
3.11 Curva ABC - Análise 80/20
3.12 Diagrama de Causa e Efeito (ou Ishikawa)
3.13 Análise de Kano
3.14 Cadeia de Valor de Porter
3.15 Design for Six Sigma (DFSS)
3.16 Modelagem de Processos (BPM, BPMN 2.0, BIZAGI)
3.17 Modelo de Negócios
3.18 Os Componentes de um Modelo de Negócio
4. PDA APLICADO A UMA EMPRESA DE SANEAMENTO
4.1 Planejamento
4.2 Implantação
4.3 Resultados Obtidos
Processo Seletivo
Processo seletivo
1. O interessado em participar do Processo Seletivo deste curso deverá proceder da seguinte forma:
a) Preencher a Ficha de Inscrição;
b) Efetuar o pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 150,00 (cento e cinquenta reais), através de boleto bancário. O boleto bancário será enviado automaticamente para sua caixa postal logo após o preenchimento e envio da ficha de inscrição.
2. Seleção:
A seleção será feita com base nas informações fornecidas pelo interessado na “Ficha de Inscrição”.
Caso o interessado seja aprovado, receberá e-mail do Centro de Apoio ao Aluno, com instruções para efetivar sua matrícula.
Lembrando que, a participação no processo seletivo só será possível com a confirmação do pagamento da taxa de inscrição.
Datas de inscrição e matrícula
Inscrições: até 07/08/2026.
Entrevista: não há.
Resultado: por e-mail ou telefone.
Matrículas: até 11/08/2026.
Início das Aulas: 14/08/2026.
Matrícula no curso
Para matricular-se neste curso o interessado deve ter sido aprovado no respectivo processo seletivo, enviar a documentação regularmente exigida, através do link que será disponibilizado no ato da convocação da matrícula e efetuar a pagamento da primeira parcela:
Documentação exigida:
a) Cédula de identidade- RG;
b) Cadastro de pessoa física(CPF);
c) Diploma de conclusão de curso superior;
d) Comprovante de residência;
e) Comprovante de Vacinação COVID-19;
f) Foto 3X4 recente e
g) Termo de compromisso de pagamento das parcelas financeiras referentes ao valor de investimento do curso.
A efetivação da sua matrícula deverá ser devidamente confirmada pelo Centro de Apoio ao Aluno.
A matrícula somente será considerada efetuada mediante o nosso recebimento de todos os documentos necessários acima mencionados.
Bolsa de Estudos:
A Universidade de São Paulo, no artigo 11 da Resolução CoCEx nº 7897, de 02 de dezembro de 2019, prevê a isenção total de 10% das vagas preenchidas no curso.
Consulte aqui as instruções gerais para participar do Processo Seletivo de bolsas de estudos.
As inscrições para concorrer a bolsa de estudos serão aceitas até 10/01/2026.
O resultado será enviado, para o endereço eletrônico do(a) candidato(a) informado na ficha de inscrição, a partir do dia 03/02/2026.
ATENÇÃO! – O Programa de Educação Continuada da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (PECE/EPUSP) reserva-se o direito de não realizar este curso, ou modificar sua data.
Investimento
O investimento deste curso:
(24) parcelas mensais e consecutivas de R$ 1.240,00 *
Vantagens no ato da matrícula:
a) Pagamento à vista tem 5% de desconto;
b) Desconto de 15% para ex-alunos do PECE e respectivos parentes de primeiro grau;
c) Desconto de 10% para ex-alunos da Escola Politécnica e respectivos parentes de primeiro grau;
d) Descontos de parcerias com empresas. Verifique com o RH de sua entidade;
e) Desconto de 20% (vinte por cento) para aluno, e candidato por ele indicado, que efetuem matrícula na mesma turma do curso, nas condições da “Promoção 20%“;
f) Negociação especial para grupos da mesma empresa, ou coligadas.
Para maiores informações, por favor, entrar em contato com a nossa Central de Apoio ao Aluno:
Atendimento online: de segunda-feira à sexta-feira, das 08h30 às 20h00.
E-mail: atendimento@pecepoli.com.br
* valor reajustado anualmente pelo IPC (FIPE), acumulado 12 meses.
Participe de um grupo seleto e de elite - um aluno USP é reconhecido em todo o mundo!
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