Automação Industrial

A necessidade de atualização profissional e formação contínua nunca foi tão constante como nos últimos tempos, onde vivemos a era da velocidade na troca de informações.O conhecimento e o domínio das tecnologias têm sido pré-requisitos para o desenvolvimento profissional em qualquer área de atuação, principalmente na área de processos industriais. Também o entendimento do aspecto econômico e da gestão do processo para a solução técnica torna-se necessário nos dias atuais, em que se busca a qualidade total na maioria das soluções.A automação na indústria moderna decorre de necessidades tais como: maiores níveis de qualidade e flexibilidade, menores custos de operação, menores perdas materiais e custos de capital envolvendo o controle e a qualidade das informações, relativas ao processo e o melhor planejamento da produção, do nível de chão de fábrica ao nível corporativo.

Compreendendo as necessidades dos profissionais atuantes na área, o curso de especialização em Automação Industrial, abrange desde questões de modelagem e análise de conflitos de sistemas automatizados, questões técnicas como a implantação de soluções envolvendo controladores lógico programáveis, sistemas supervisórios e redes de automação até questões econômicas sobre recursos tecnológicos e gestão de projetos, com o intuito de preparar, atualizar e qualificar profissionais dedicados ao desenvolvimento e administração de projetos de automação industrial.

Objetivo

Implica em atender as necessidades dos profissionais atuantes na área de Automação Industrial. Abrange desde questões de modelagem, de sistemas de controle dinâmico e controle lógico abrangendo análise de conflitos de sistemas automatizados, questões técnicas como a implantação de soluções envolvendo controladores lógico programáveis, sistemas supervisórios e redes de automação até questões econômicas sobre recursos tecnológicos e gestão de projetos, com o intuito de preparar, atualizar e qualificar profissionais dedicados ao desenvolvimento e administração de projetos de automação industrial. Também são enfocados os temas envolvendo gestões dos processos de implantação da automação numa planta industrial, análise mercadológica e análise de investimentos e estratégia necessários para o PDAI - Plano Diretor de Automação Industrial aplicável ao setor industrial.

Informações Gerais

Público-Alvo:

Esse curso se enquadra dentro do Programa de Especialização do PECE / USP, cujo público alvo deve contemplar candidatos com curso superior completo com interesse voltado às áreas técnicas, científicas e administrativo-financeiras de Automação de Processos Industriais.

Local & Horário: 
Sextas-feiras das 19h00 às 23h00 e aos Sábados das 8h00 às 12h00 no PECE.

Datas:

Inscrições: até 22/01/2015.
Entrevista: a definir.
Resultado: por e-mail ou telefone.
Matrículas: de 26 a 30/01/2015.
Início das Aulas: 20/02/2015.

Para matricular-se neste curso o interessado deve ter sido aprovado no respectivo Processo Seletivo.

O inscrito que for aprovado no Processo Seletivo, deverá nos apresentar no ato da matrícula, uma cópia simples (que será retida ) e original dos seguintes documentos:

a) CPF;
b) RG;
c) Diploma do curso superior;
d) Comprovante de residência;
e) 01 foto 3X4 recente;
f) Preencher e assinar termo de compromisso de pagamento das parcelas financeiras referentes ao valor de investimento do curso.

A efetivação da sua matrícula deverá ser devidamente confirmada pelo Centro de Apoio ao Aluno.

A matrícula somente será considerada efetuada mediante o nosso recebimento de todos os documentos necessários acima mencionados.


 

Corpo Docente

Coordenador / Responsável Institucional:

  • Prof. Dr. Cícero Couto de Moraes, MSc / PhD - Professor EPUSP - Coordenador Acadêmico.

Vice-Coordenador:

  • Prof. Dr. Eduardo Aoun Tannuri, PhD - Professor EPUSP.

Docente(s) USP e Docente(s) Colaboradore(s):

  • Prof. Dr. Cícero Couto de Moraes, MSc / PhD - Professor EPUSP - Coordenador Acadêmico.
  • Prof. Dr. Claudio Garcia, MSc / PhD - Professor EPUSP.
  • Prof. Dr. Eduardo Aoun Tannuri, PhD - Professor EPUSP.
  • Prof. Dr. Fuad Kassab Junior, PhD - Professor EPUSP.
  • Prof. Dr. Jose Jaime da Cruz, MSc / PhD - Professor EPUSP.

Especialista(s) Externo(s):

  • Prof. Alexandre Acácio de Andrade - MSc - GAESI/EPUSP.
  • Prof. Cláudio Fernando das Neves - Supervisão de Soluções de Engenharia - Rockwell Automation.
  • Prof. Daniel Carrasqueira de Moraes - Consultor de Empresas - IBMEC.
  • Prof. Marco Aurelio Valletta - Diretor - Rockwell Automation - Engenharia de Aplicações e Soluções Globalizadas.
  • Prof. Marcos Yukio Yamaguchi, MSc - GAESI / EPUSP - Siderurgia - Automação Industrial.
  • Prof. Dr. Plínio Lauro Castrucci, MSc / PhD - Consultor de Empresas - Professor Titular da EPUSP.
  • Prof. Raul Victor Groszmann, MSc - Diretor - Rockwell Automation - Adminstração de Contratos.
  • Prof. Dr. Reinaldo Burian, GAESI / EPUSP - Consultor de Empresas - Automação Industrial.
Conteúdo

Estrutura Curricular

O curso está dividido em 12 módulos com cerca de 32 horas/aula, em duas fases:

  • Básico: abrangendo os módulos I a VI, objetivando o conhecimento em tópicos específicos e necessários ao entendimento pleno da Automação em ambientes industriais.
  • Especializado: abrangendo os módulos VII a XII, que permite formar o profissional nas questões de análise de processos de controle e automação digitais, tecnologias de sistemas de manufatura, gestão administrativa e econômica para a implantação das plantas industriais.

O Curso tem uma duração de 24 meses, com carga horária aproximada de 384 horas, incluindo a realização das disciplinas e a elaboração de monografia.

Disciplinas

Código Disciplina/Foco
Módulo I - Sistemas de Automação e Processos de Controle
1 SISTEMAS DE CONTROLE NO DOMÍNIO DO TEMPO
1.1 Controle Dinâmico
1.2 Evolução de Sistemas de Controle Dinâmico
1.3 Fluxogramas e Diagramas de Processo
1.4 Metodologia para Análise e Síntese de Controle Dinâmico
1.5 Critérios de Otimização de DesempenhoErro! Indicador não definido.
1.6 Análise por Simulação Digital - Simulink
1.7Sintonia dos Parâmetros dos Reguladores para Processos Industriais
2 SISTEMAS DE CONTROLE LÓGICO E AUTOMAÇÃO
2.1 Controle Lógico
2.2 Fluxogramas e Diagrama de Processo
2.3 CLP - Controlador Lógico Programável
2.4 Metodologia para Análise e Síntese dos Sistemas de Automação
2.5 Índice de Desempenho / Conflito
2.6 Análise por Simulação Digital - VON
3 PROCESSOS DE AUTOMAÇÃO E CONTROLE INDUSTRIAIS DE MANUFATURA
3.1 Integração de Sistemas de Manufatura
3.2 Classificação dos Sistemas Automatizados: Descentralizados, Centralizados e Distribuídos
3.3 Sistemas de Manufatura e CIM (Manufatura Integrada por Computação)
Módulo II - Instrumentação, Interpretação de Plantas e de Diagramas de Processos Industriais
1 INTRODUÇÃO À INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL
1.1 Áreas em que se Aplicam Técnicas de Automação e Controle
1.2 Principais Funções na Malha de Controle por Realimentação
1.3 Evolução Histórica dos Sistemas de Instrumentação e Controle Analógicos
1.4 Medição de Variáveis de Processos Industriais
1.5 Transmissão de Sinais em Sistemas Industriais
1.6 Monitoração e Controle de Variáveis
1.7 Elementos Finais de Controle (atuadores)
1.8 Terminologia que Caracteriza a Forma de Operação ou o Desempenho de Instrumentos Industriais
2 SENSORES
2.1 Tipos de Sensores
2.2 Sensores Discretos
2.3 Metodologia de Escolha de Sensores Discretos
2.4 Escolha pela Aplicação de Sensores Discretos
3 MEDIDAS DE PRESSÃO
3.1 Conceito
4 MEDIÇÃO DE NÍVEl
4.1 Classificação e Tipo de Medidores de Nível
4.2 Medidores de Nível por Medição Direta
4.3 Medidores de Nível por Medição Indireta
4.4 Medidor de Nível Tipo Pressão Diferencial
4.5 Medidor de Nível Tipo Capacitivo
4.6 Medidor de Nível Tipo Ultra-Som
5 MEDIDORES DE FLUXO
5.1 Definição
5.2 Tipos e Características dos Medidores de Vazão
5.3 Medidores de Vazão Tipo Deslocamento Positivo
5.4 Medidor de Vazão por Eletromagnetismo
5.5 Medidor de Vazão por Ultra-Som
6 MEDIÇÃO DE TEMPERATURA
6.1 Conceito de Temperatura
6.2 Escalas de Temperatura
6.3 Medições de Temperatura
6.4 Sensores de Temperatura - Bulbo de Resistência
6.5 Sensores Tipo Termopar
7 ATUADORES: VÁLVULAS INDUSTRIAIS
7.1 Tipos de válvulas empregados na indústria
7.2 Partes de uma válvula
8 DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA O ENTENDIMENTO DO PROJETO
8.1 Leitura e Interpretação de Fluxogramas e Diagramas de Processo
8.2 Fluxogramas de Processos (PFD - Process Flow Diagram)
8.3 P&ID / Fluxograma de Engenharia / P&I
8.4 Pacote de Informações para Projeto de Automação & Controle
8.5 Descrição Funcional do Sistema
8.6 Relação de Entrada e Saída (I/O)
9 SIMBOLOGIA, IDENTIFICAÇÃO, TERMINOLOGIA E PADRÃO ISA
9.1 Versão para a Língua Portuguesa da Norma ANSI/ISA-5.2-1976(R 1992)Reemitida em 13 de julho de 1992 Designação Anterior ANSI/ISA-S5.2-1976
9.2 Prefácio
9.3 Conteúdo da Norma ANSI/ISA-5.2-1976 (R1992)
10 DIAGRAMAS LÓGICOS: DEFINIÇÃO, SIMBOLOGIA E INTERPRETAÇÃO
10.1 Apêndice A Exemplo de Aplicação Geral
Módulo III - Controladores Programáveis
1 AUTOMAÇÃO DE PROCESSOS INDUSTRIAIS
1.1 Sistemas e Formas de Controle
1.2 Classificação dos Processos Industriais
1.3 Complexidade do Processo de Fabricação
2 ESTRUTURAÇÃO DE SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
2.1 Visão Hierárquica dos Sistemas de Automação Industria
2.2 Visão Funcional dos Sistemas de Automação Industrial
2.3 Estruturação de uma Planta Industrial
2.4 Estruturação de Projetos de Sistemas de Automação Industrial
3 SISTEMAS AUTOMATIZADOS DE MONITORAÇÃO E CONTROLE
3.1 Análise dos Equipamentos Principais de um Sistema Automatizado
3.2 Tipos de sistemas automatizados baseados em CP
4 ARQUITETURA DE HARDWARE DOS CONTROLADORES PROGRAMÁVEIS
4.1 Circuitos de Intertravamento com Relés
4.2 Histórico e Arquitetura de Hardware dos Controladores Programáveis
4.3 Módulos de Entrada e Saída (E/S)
4.4 Especificação de Hardware de Sistemas de Automação com Controladores Programáveis
4.5 Funcionalidades de controladores programáveis modernos
4.6 Comparativo de tecnologias de controladores programáveis
5 LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO DE CONTROLADORES PROGRAMÁVEIS
5.1 Análise das Especificações de Software de um Sistema Automatizado
5.2 Introdução às Linguagens de Programação de Controlador
5.3 Linguagem de Texto Estruturado (Structured Text - ST)
5.4 Linguagem de Diagrama de Contatos (Ladder Diagram - LD)
5.5 Linguagem de Diagrama de Blocos Funcionais (Function Block Diagram - FBD)
5.6 Linguagem de Seqüenciamento Gráfico de Funções (Sequencial Function Chart - SFC)
6 PRÁTICA DE LABORATÓRIO I - AUTOMAÇÃO COM RELÉS E CLP
7PRÁTICA DE LABORATÓRIO II - AUTOMAÇÃO DE ESTEIRA TRANSPORTADORA
Módulo IV - Sistemas Supervisórios
1 Introdução
2 Breve Histórico
3 Conceitos Principais
3.1 SCADA
3.2 Arquitetura
3.3 Comunicação
3.4 Atividade dos Operadores
4 Estrutura de Sistemas Supervisórios
4.1 Objetivos
4.2 Desenvolvimento de Telas e Objetos
4.3 Receitas
4.4 Relatórios
4.5 Linguagens de Programação Embutidas
4.6 Banco de dados
4.7 Gerenciamento de Alarmes
4.8 Gráfico de Tendências
4.9 Segurança do Sistema
5 Planejamento do Sistema Supervisório
5.1 Entendimento das necessidades do processo
5.2 Definição/Especificação da arquitetura
5.3 Planejamento do Desenvolvimento do aplicativo
5.4 Verificação e validação do sistema.
Módulo V - Redes de Automação Industrial
1 CONCEITUAÇÃO GERAL DAS REDES DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
1.1 Introdução
1.2 As Redes de Comunicação na Pirâmide da Automação
1.3 Sistemas Centralizados e Distribuídos
1.4 Sistemas Proprietários e Sistemas Abertos
1.5 Modelo Padrão para Redes de Automação Industrial
1.6 Seleção da Melhor Rede de Automação
1.7 Variáveis para Especificação de uma Rede de Automação
2 CARACTERÍSTICAS FUNDAMENTAIS DAS REDES DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
2.1 Velocidade e Throughput
2.2 Redes Determinísticas x Probabilísticas
2.3 Tipos de Conexão
2.4 Topologias de Rede para Sistemas Automatizados
2.5 Meios de Transmissão
2.6 Padrões de Interface de Comunicação
2.7 Mecanismos de acesso e colisões
2.8 Tipos de Tráfego
2.9 Métodos de Comunicação
2.10 Protocolos
2.11 Softwares das Redes de Comunicação
2.12 Classificação Geral das Redes de Automação
3 PROTOCOLOS DE REDES DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
3.1 Introdução
3.2 Barramentos Industriais
3.3 Barramentos Padronizados Mais Utilizados
3.4 Protocolo Foundation Fieldbus
3.5 Protocolo ControlNet
3.6 Protocolo DeviceNet
3.7 Protocolo CAN (Controller Area Network)
3.8 Protocolo PROFIBUS
3.9 Protocolo MODBUS
3.10 Protocolo AS-i
3.11 Protocolo Ethernet.
Módulo VI - Modelagem de Sistemas Dinâmicos
1 MODELAGEM DE SISTEMAS DINÂMICOS
1.1 Introdução
1.2 Funções de Transferência
1.3 Processos Industriais
1.4 Respostas Temporais
1.5 A Especificação de Respostas Temporais
1.6 Respostas em Frequência
1.7 Não Linearidades
1.8 Medidas da Função de Transferência
1.9 Simulação de Sistemas: Simulink
2 SISTEMAS DINÂMICOS A EVENTOS DISCRETOS
2.1 Redes de Petri: Relações entre Redes de Petri, Diagramas Ladder e Linguagem Ladder
2.2 Análise de Desempenho: Verificação de Intertravamentos e Conflitos em Automação Discreta
2.3 Modelamento de Sistemas: Técnicas (Top-Down/Bottom-up)
2.4 Manufatura: Aplicações em Intertravamentos
2.5 Sinalizações e Falhas: Operação Normal, Anormal e Emergencial
2.6 Análise por Simulação Digital.
Módulo VII - Entendendo e Ajustando Malhas de Controle
1 MODOS DE CONTROLE P, I E D
1.1 Introdução
1.2 Controle Proporcional
1.3 Controle Integral
1.4 Reset WindupErro! Indicador não definido.
1.5 Controle Derivativo
1.6 Respostas Típicas
2 SINTONIA DE CONTROLADORES
2.1 Introdução
2.2 Sintonia por Tentativa e Erro
2.3 Sintonia pelo Método da Oscilação Mantida
2.4 Sintonia por Autotuning
2.5 Sintonia pelo Método da Curva de Reação do Sistema
2.6 Sintonia Baseada em Minimização da Integral do Erro
2.7 Sintonia pelo método do IMC
2.8 Sintonia pelo Método de Ótimo em Amplitude e Ótimo Simétrico
3 CONTROLADORES POR PRÉ-ALIMENTAÇÃO
3.1 Introdução
3.2 Controle por Pré-Alimentação Baseado em Modelo Estacionário
3.3 Controle por Pré-Alimentação Baseado em Modelo Dinâmico
3.4 Sintonia de Controladores por Pré-Alimentação
4 CONTROLE EM CASCATA
4.1 Introdução
4.2 Implementação do Controle em Cascata
4.3 Seleção e Sintonia dos Controladores em Cascata
4.4 Exemplo de simulação de controladores em cascata
4.5 Outros exemplos
5 TÓPICOS ADICIONAIS EM SISTEMAS DE CONTROLE
5.1 Controle de Razão
5.2 Não Linearidades em Sistemas de Controle
5.3 Controle com Tempo Morto
6 EXERCÍCIOS COMPUTACIONAIS
6.1 Controle da pressão de gás em um vaso
6.2 Controle de um aquecedor por resistência elétrica
6.3 Controle em cascata de um forno
7 SINTONIA DE CONTROLADORES PID DIGITAIS
7.1 Exemplos de Algoritmos PID Implementados em Controladores Digitais
7.2 Exemplo de aplicação de controlador PID digital
8 ANÁLISE DA ESTABILIDADE DA MALHA AO SE EMPREGAR SISTEMAS DE CONTROLE EM TEMPO DISCRETO
8.1 Comparação da estabilidade da malha com controlador analógico e digital: Exemplos de análise de estabilidade
8.2 Influência do intervalo de amostragem na estabilidade de sistemas em tempo discreto
8.3 Influência do tempo morto na estabilidade de sistemas em tempo discreto
9 EXERCÍCIOS COMPUTACIONAIS
9.1 Controle da pressão de gás em um vaso
9.2 Controle de um aquecedor por resistência elétrica
9.3 Controle em cascata de um forno
Módulo VIII - Tecnologias de Sistemas de Execução da Manufatura
INTRODUÇÃO
1.1 OBJETIVOS DA INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS
1.2 NÍVEIS DE INTEGRAÇÃO DA PIRÂMIDE DE AUTOMAÇÃO
1.3 OBSTÁCULOS À INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS
1.4 BREVE PANORAMA HISTÓRICO
1.5 O QUE É CIM? - MANUFATURA INTEGRADA POR COMPUTADOR
1.6 CIB - NEGÓCIOS INTEGRADOS POR COMPUTADOR
1.7 COMPONENTES DO CIM
2 MES
2.1 PERSPECTIVA HISTÓRICA
2.2 INTRODUÇÃO
2.3 EVOLUÇÃO DOS SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL E DE GESTÃO
2.4 EVOLUÇÃO DOS SISTEMAS DE GESTÃO DA PRODUÇÃO
2.5 ASPECTOS DA INTEGRAÇÃO DOS PROCESSOS NOS SISTEMAS DE GESTÃO
2.6 SISTEMAS MES DEFINIÇÃO
2.7 AS FUNÇÕES DO MES
2.8 COMO UM SISTEMA MES PODE AJUDAR NA EFICIÊNCIA DE UMA PLANTA?
2.9 ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A INTEGRAÇÃO DO MES
2.10 CONCLUSÃO.
Módulo IX - Gestão de Projetos de Automação
1 O QUE É UM PROJETO?
1.1 O QUE É GERENCIAMENTO DE PROJETOS?
2 CICLO DE VIDA E ORGANIZAÇÃO DO PROJETO
2.1 O CICLO DE VIDA DO PROJETO
2.2 PARTES INTERESSADAS NO PROJETO (STAKEHOLDERS)
2.3 PROPOSTA EXECUTIVA
2.4 PLANO DE GERENCIAMENTO DO CRONOGRAMA
2.5 ELABORAÇÃO DO CRONOGRAMA
3 GERENCIAMENTO DE INTEGRAÇÃO DO PROJETO
3.1 DESENVOLVER O TERMO DE ABERTURA DO PROJETO
3.2 DESENVOLVER A DECLARAÇÃO DO ESCOPO PRELIMINAR DO PROJETO
3.3 DESENVOLVER O PLANO DE GERENCIAMENTO DO PROJETO
3.4 ORIENTAR E GERENCIAR A EXECUÇÃO DO PROJETO
3.5 MONITORAR E CONTROLAR O TRABALHO DO PROJETO
3.6 CONTROLE INTEGRADO DE MUDANÇAS
3.7 ENCERRAR O PROJETO
4 GERENCIAMENTO DE TEMPO DO PROJETO
4.1 DEFINIÇÃO DA ATIVIDADE
4.2 SEQÜENCIAMENTO DE ATIVIDADES
5. GERENCIAMENTO DE CUSTOS NO SISTEMA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL (SAI)
5.1 ASPECTOS GERAIS DO GERENCIAMENTO DE CUSTOS
5.2 PLANO DE GERENCIAMENTO DE RECURSOS
5.3 . CLASSIFICAÇÃO DAS ESTIMATIVAS DE CUSTOS
6. GERENCIAMENTO DA QUALIDADE E RECURSOS HUMANOS
6.1 PLANO DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE
6.2 GERENCIAMENTO DA QUALIDADE TOTAL (TQM)
6.3 MELHORIA CONTÍNUA (OU KAIZEN)
6.4 ANÁLISE DE CONFORMIDADE E NÃO- CONFORMIDADE
6.5 CONCEITOS PRINCIPAIS EM RH
6.6 ATRIBUIÇÃO DE PAPÉIS E RESPONSABILIDADE
7. TEORIA DA MOTIVAÇÃO
7.1 TEORIA DE MASLOW - HIERARQUIA DE NECESSIDADES (PIRÂMIDE DE MASLOW)
7.2 TEORIA DE HERZBERG
8. GERENCIAMENTO DA COMUNICAÇÃO
8.1 MODELO DE COMUNICAÇÃO
8.2 BARREIRAS DE COMUNICAÇÃO
8.3 TIPOS DE COMUNICAÇÃO.
Módulo X - Administração de Marketing Industrial
1 CONCEITOS DE MARKETING
1.1 Visão Gera
1.2 Administração de Marketing
1.3 Administração da Demanda
1.4 Desenvolvendo Relacionamentos Lucrativos com Clientes
1.5 Processo de Administração de Marketing
1.6 Filosofias de Administração de Marketing
2 ESTRATÉGIAS E PLANO DE MARKETING INDUSTRIAL
2.1 Planejamento Estratégico de Marketing Industrial
2.2 Definição da Missão e Objetivos Corporativos
2.3 Avaliação das Oportunidades de Mercado
2.4 Análise do Processo de Compra Organizacional
2.5 Segmentação, Seleção de Segmentos-Alvo e Posicionamento
2.6 Estabelecimento dos Objetivos de Marketing
2.7 Estabelecimento da Estratégia de Marketing
3 O AMBIENTE DE MARKETING E O MARKETING INDUSTRIAL
3.1 INTRODUÇÃO
3.2 O Microambiente da Empresa
3.3 O Macroambiente da Empresa
3.4 Respondendo ao Ambiente do Marketing
4 ANÁLISE DO PROCESSO DE COMPRA ORGANIZACIONAL
4.1 Características dos Mercados Industriais
4.2 Modelo do comportamento do comprador organizacional
4.3 Tipos de Comportamento de Compra
4.4 Participantes do processo de compra organizacional
4.5 Principais tipos de situação de compraErro! Indicador não definido.
4.6 Principais influências sobre os compradores organizacionais
4.7 O Processo de compra organizacional
5 GERÊNCIA DA FORÇA DE VENDAS
5.1 A Função Vendas
5.2 O novo manual das boas vendas
5.3 Gerência de Vendas - Experiência de vendas realista
5.4 Administração de vendas
5.5 Administração de vendas
5.6 Fim da guerra entre marketing e vendas
6 GERÊNCIA DE CANAIS
6.1 A Natureza dos Canais de Distribuição
6.2 O Canal de Marketing Industrial
6.3 Desenho do Canal
6.4 Administração do Canal
6.5 Distribuição Física e Gerenciamento da Logística
7 COLETA DE INFOMAÇÕES E INTELIGÊNCIA DE MERCADO
7.1 O Sistema de INFORMAÇÃO de Marketing
7.2 O Processo de Pesquisa de Marketing
8 COMO GERENCIAR AS OFERTAS DE MERCADO
8.1 Transformando ofertas de commodities em ofertas diferenciadas
8.2 Como compreender a verdadeira extensão da comoditização
8.3 Fontes de diferenciação
8.4 Buscar um retorno igual para o valor diferenciado oferecido
8.5 Como construir ofertas de mercado flexíveis
8.6 O conceito de ofertas de mercado flexíveis
8.7 Articular a oferta ao mercado atual para cada segmento de mercado
8.8 Avaliar o valor para o cliente e o custo do fornecedor
9 SATISFAÇÃO, VALOR E FIDELIDADE DO CLIENTE
9.1 Construção de valor, satisfação e fidelidade do cliente
9.2 Maximizando o valor do cliente ao longo do tempo
9.3 Cultivando relacionamentos com o cliente
9.4 Banco de dados de clientes e database marketing
9.4.1 Desvantagens do database marketing e do CRM
10 CUSTOMER CENTRIC SELLING
11 MÉTRICAS DE MARKETING
11.1 O que é uma métrica?
11.2 Participação de Mercado
11.3 Penetração
11.4 Consciência, Atitudes e Uso (CAU): Métricas da HierarquiaErro! Indicador não definido.
11.5 Satisfação do Cliente e Disposição para Recomendar
11.6 Crescimento: Porcentagem e TCAC
11.7 Taxas de Canibalização e Perda de Share
11.8 Mapeamento da Equipe de Vendas: Análise de Funil
11.9 Distribuição Numérica, de VTP e de VCP, exposições de Embalagens e Espaço na Prateleira
11.10 Elasticidade de Preço da Demanda
11.11 Vendas Básicas, Vendas Incrementais e Impulso Promocional
11.12 Cascata de preços
11.13 Propaganda: Exposições, Oportunidade de Ver (ODV), Exposições por Impacto (GRPs) e Pontos de Classificação Alvo (PCA)
11.14 Exposições, Visitas às Páginas e Impactos
11.15 Custos por Exposição, Custo por Clique e Custo por Pedido
11.16 Visitas, Visitantes e Abandono
12 ESTRATÉGIA DO COMPOSTO DE MARKETING INDUSTRIAL
12.1 ESTRATÉGIA DE PRODUTOS E SERVIÇOS
13 DETERMINAÇÃO DE PREÇOS
13.1 Estabelecimento de Preços - Fatores a Considerar
13.2 Abordagens Gerais da Determinação de Preço
13.3 Estratégias de Determinação de Preços de Novos Produtos
13.4 Estratégias de Determinação de Preços de Mix de Produtos
13.5 Estratégias de Ajuste de Preços
14 COMO LIDAR COM A CONCORRÊNCIA
14.1 Estratégias Competitivas de Marketing
14.2 Equilíbrio entre a orientação para o cliente e a orientação para o concorrente
15 ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO
15.1 Uma Visão do Processo de Comunicação
15.2 O Mix de Comunicações de Marketing
Módulo XI - Engenharia Financeira na Automação Industrial
1. O VALOR DO DINHEIRO NO TEMPO: MATEMÁTICA FINANCEIRA NA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS DE CAPITAl
1.1 Regime de Capitais.
1.2 Equivalencia . De taxas
1.3 Calculo financeiro
1.4 Custo Capitalizado
1.5 Capitação Contínua
1.6 Planos de Amortização
2. MÉTODOS E CRITÉRIOS DE DECISÃO NA ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTO
2.1 Valor Presente, TIR, Payback
2.2 Modelo Custo-benefício
2.3Anuidade uniforme
2.4 Alternativas mutuamente excludentes
3. RENDA ECONÔMICA E FLUXO DE CAIXA NA ANÁLISE E AVALIAÇÃO DAS DECISÕES ECONÔMICAS E FINANCEIRAS
3.1 Fluxo de caixa Incremental
3.2 Como montar o fluxo de caixa
3.3 O efeito inflacionário no fluxo de caixa
3.4 Fluxo de caixa livre e avaliação econômica do empreendimento
3.5 Fluxo de caixa dos acionistas
4. PROJETOS DE SUBSTITUIÇÃO E RENOVAÇÃO DE ATIVOS
4.1 Projetos imediatos
4.2 Projetos que podem ser adiados
5. ALAVANCAGEM OPERACIONAL E FINANCEIRA
5.1 Ponto de equilíbrio econômico, contábil e financeiro
5.2 Alavancagem e os seus riscos
5.3 Receita mínima de equilíbrio econômico
6. CUSTO DE OPORTUNIDADE
6.1 Custo médio ponderado de capital
6.2 Custo da dívida
6.3 Custo de capital dos sócios
6.4 Qual o valor do projeto de automação
7. INTRODUÇÃO DE CONTABILIDADE DE CUSTOS
7.1 Custeio variável
7.2 Custeio por absorção
8. RISCO E RETORNO
8.1 Definição de Risco
8.2 Definição de Retorno
8.3 Análise de Investimentos sob Risco
Acompanhamento da Monografia
Módulo XII - Gestão e Planto Diretor da Automação Industrial
1 GESTÃO DA QUALIDADE
1.1 Sistema de Gestão
1.2 Conceito de Empresa Enxuta
1.3 Algumas Ferramentas da Qualidade
1.4 Metodologia Seis Sigma (6s)
2 VISÃO GERAL SOBRE PLANEJAMENTO
2.1 Processo Formal de Planejamento
2.2 Níveis de Planejamento
2.3 Planejamento Estratégico e Administração Estratégica
2.4 Processo de Administração Estratégica
2.5 Estratégia Competitiva Inovadora
3 MEDIÇÃO DE PERFORMANCE
3.1 Balanced Scorecards (BSC)
3.2 Uma Empresa Orientada para Estratégia
3.3 Indicadores de Desempenho
3.4 Alguns Casos Práticos
4 GESTÃO DE CONHECIMENTO
4.1 Dados e Informações
4.2 Conhecimento
4.3 Definição de Gestão do Conhecimento
4.4 Algumas Técnicas e Instrumentos para Gestão do Conhecimento
5 ALGUMAS HABILIDADES GERENCIAIS
5.1 Motivação
5.2 A Liderança Situacional
5.3 Relacionamento - Alguns Perfis de Comportamento
5.4 Processo de Mudança

 

Ingresso

O ingresso neste curso é realizado através de um processo seletivo, com base na análise de currículo, sendo que a ordem de inscrição pode ser utilizada, quando necessária. A formação acadêmica e a experiência profissional são consideradas como aspectos fundamentais.

Monografia

A monografia a ser apresentada deve estar concluída até o final do segundo ano do curso, envolvendo, por exemplo: estudo sobre um tema técnico; análise de um projeto; descrição de inovação tecnológica ou gerencial em uma empresa; apresentação de estudos de caso.

A supervisão desta atividade ficará a cargo do coordenador do programa.

Critério Geral de Aprovação

Para ser considerado aprovado no Curso de Automação Industrial - MBA-USP, e ter direito ao respectivo Certificado de Conclusão, o participante deverá satisfazer os seguintes requisitos:

A) - Obter nota final igual ou superior a 7,0 (sete) em cada uma das disciplinas cursadas. A avaliação em cada disciplina será feita de acordo com o critério previamente estabelecido pelo professor responsável.
B) - Ter freqüência igual ou superior a 85% em cada disciplina e freqüência global no programa de Especialização igual ou superior a 85%.
C) - Ter se inscrito nas atividades Monografia e ter uma nota final igual ou superior a 7,0 (sete).

Dedicação

Pressupõe-se que, para cada hora de aula, correspondam de uma a quatro horas de dedicação individual do participante.

Oferecimento e Realização

As disciplinas serão oferecidas nos ciclos do PECE, a critério deste, e serão realizadas desde que haja um número mínimo, estabelecido pelo PECE, de participantes matriculados. Eventualmente, existe a possibilidade de realizar uma disciplina para um número menor de interessados, a combinar junto à Coordenação do PECE.

Grade de disciplinas

A grade selecionada deverá ser concluída no período estabelecido pelo Termo do Aluno, e deverá cumprir cronograma financeiro sugerido no ato da matrícula. Qualquer mudança na grade acadêmica implicará em mudanças no cronograma financeiro.

Desligamento do Curso

O aluno estará automaticamente desligado do programa se não obtiver créditos (aprovação em pelo menos uma disciplina) em dois ciclos consecutivos.

Certificado

A obtenção do certificado do curso de Automação Industrial - MBA-USP, emitido oficialmente pela Universidade de São Paulo, está condicionada à aprovação do aluno em todas as disciplinas do curso, com presença acima ou igual a 85% e à aprovação da sua monografia pela banca examinadora.

Investimento

Para maiores informações sobre investimento, por favor entrar em contato com o Centro de Apoio ao Aluno:

Telefone: (11) 2998-0000, de segunda-feira à sexta-feira,das 9h00 às 21h.
E-mail: atendimento@pecepoli.com.br

Depoimentos
Inscrições

Processo Seletivo

1. O interessado em participar do Processo Seletivo deste curso deverá proceder da seguinte forma:

a) Preencher a ficha de inscrição.

b) Efetuar o pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 150,00 (cento e cinquenta reais), através de boleto bancário. O boleto bancário será enviado automaticamente para sua caixa postal logo após o preenchimento e envio da ficha de inscrição. O valor da taxa será abatido na 2ª parcela do Curso.

2. Seleção
A seleção será feita com base nas informações fornecidas pelo interessado na "Ficha de Inscrição".

Caso o interessado seja aprovado, receberá email do Centro de Apoio ao Aluno, com instruções para efetivar sua matrícula.

Lembrando que, a participação no processo seletivo só será possível com a confirmação do pagamento da taxa de inscrição.

ATENÇÃO! - O Programa de Educação Continuada da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo - PECE/EPUSP reserva-se o direito de não realizar este curso, ou modificar sua data.


Centro de Apoio ao Aluno: atendimento@pecepoli.com.br
Telefone: (11) 2998-0000 Fax: (11)2998-0054
Segunda a sexta-feira das 9h00 às 21h00.
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